A Paz de Cristo esteja com Todos,
Amanhã, dia 21/09/2013, na Paróquia São Vito, a catequese nos horários normais será substituída pela Formação para Pais e Catequisandos a partir das 08:00 com previsão de término às 09:30.
A igreja aguarda Todos vocês e seus pais.
Os catequistas de toda a Diocese de Osasco estarão em formação na ECO - Encontro de Catequistas.
Fiquem com Deus!
"Com efeito, o Espírito do Senhor enche o universo, e ele, que tem unidas todas as coisas, ouve toda voz." Sabedoria, 1
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
O SINAL DA CRUZ
"O
Verbo se fez Carne e habitou entre nós". "Veio para o que era seu e
os seus não O receberam" E Ele foi crucificado. Por isso, o sinal do
cristão é o sinal da cruz.
No
Livro de Ezequiel (Ez 9,4), o profeta tem uma visão de Deus falando ao anjo:
"passa no meio da cidade, no meio de Jerusalém e marca com um Tau (sinal
da cruz) na testa dos homens que gemem por tantas abominações que nela
praticam". Segundo padre Paulo, o sinal, fundamentado da Bíblia, não
demorou para ser reconhecido pela Igreja como sinal da cruz de Cristo.
O Papa Inocêncio III
(Séc XII) escreveu sobre o assunto e explicou como o sinal da cruz deveria ser
feito pelos cristãos da época. "O sinal da cruz deve então ser feito com
três dedos, pois ele assinala sob a invocação da Trindade; a respeito da qual
disse o profeta: "quem pendurou com três dedos a massa da terra?’ (Isaías
40,12).
De acordo com o padre, a rica
simbologia nesta forma de fazer o sinal da cruz está na representação das
chagas de Cristo. “Os cinco dedos estendidos, representam as cinco chagas
de Cristo, que são o sinal da cruz. Cristo, com a sua cruz, tira toda a
condenação do homem [...]”
É
pelo Batismo que nos tornamos cristãos. Somos batizados em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo. Somos batizados em nome da Santíssima Trindade.
Por
isso o sinal da cruz é uma profissão de fé. Fé na Santíssima Trindade, fé no
mistério da Encarnação e da Redenção.
O
sinal da cruz deve ser bem feito. Com consciência, com fé e amor. Pois é um ato
bonito e faz bem a quem o faz e aos outros também. O nosso primeiro ato, ao
despertar, deve ser o sinal da cruz, pois é um gesto de confiança e amor, e a
noite, adormeçamos sentindo a força de sua proteção. Façamo-lo antes de sair de
casa, antes de qualquer trabalho, nas horas difíceis e nas horas de alegria
também.
O
sinal da cruz é feito da seguinte forma: com a mão direita, levando-a da testa
ao peito e do ombro esquerdo ao direito, pronunciando-se, ao mesmo tempo:
"Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém." Isto significa
benzer-se.
Persignar-se
É
com o polegar direito, fazer um pequeno sinal da cruz na TESTA, outro na BOCA e
outro no PEITO, enquanto se pronuncia: "Pelo sinal da santa cruz,
livrai-nos Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos". Nossos inimigos,
quase sempre, estão dentro de nossa cabeça, como também em nossa própria boca e
coração.
A
cruz na TESTA nos deve levar a bons pensamentos, puros e nobres.
A
cruz na BOCA é para nos livrar da gula, do excesso de apego a coisas
inferiores, como, também, preservar nossa língua de toda a maldade e toda a
mentira. A língua é uma arma de dois gumes, pois com ela você pode ferir,
humilhar, difamar, envergonhar, esmagar, caluniar e matar. Mas com a língua
você pode também, ensinar, orientar, animar, consolar, pacificar, abençoar e
salvar. Nós somos livres para usa-la.
Outra
passagem relacionada ao assunto é o Salmo (37:30) que diz: "O justo
meditará a sabedoria e sua língua falará segundo a justiça; a lei do Senhor
está no seu coração". Ai esta a síntese de uma vida cristã, marcada pelo
sinal da cruz. ("Justiça", na Sagrada Escritura, é sinônimo de
santidade).
A
Cruz no CORAÇÃO, nos deve levar a ter um coração regido pela lei do Senhor, lei
que Santo Agostinho tenta resumir nesta frase: "Ama e faze o que
quiseres". Mas cuidado, muitos falam de amor, inclusive os que confundem
amor com luxúria, liberdade com libertinagem, paz com acomodação, equilíbrio
com mediocridade.
O EVANGELHO E O SINAL DA CRUZ
Na
Liturgia da Palavra a leitura do Evangelho é diferente das outras, sendo-lhe
prestadas honras especiais. Nós fiéis, por aclamação, reconhecemos e
professamos que Jesus Cristo está presente e nos fala. Temos que escutar com
muita atenção e de pé a essa leitura.
Em
todas as missas, porém, o padre (ou o diácono) saúda a assembleia antes de
proceder à proclamação:
-
"O Senhor esteja convosco"
-
"Ele está no meio de nós".
Depois anuncia a que Evangelho pertence o
texto que vai ser lido (...)
[e]
todos os presentes aclamam: "Glória a Ti, Senhor."
Em
seguida, o padre (ou diácono) traça com o polegar o sinal da cruz, primeiro
sobre o livro e depois sobre a sua própria pessoa: na testa, na boca, no peito.
Esse
triplo sinal é repetido por toda a assembleia. Com esse gesto exprime-se o
desejo de santificação dos nossos pensamentos, palavras e obras: um sinal da
cruz sobre a testa (pensamentos), outro sobre os lábios (palavras), um terceiro
sobre o coração, sobre o peito (sentimentos, vontade, obras).
Bem,
se precisamos entender, anunciar e viver a Palavra de Deus, ora, temos então
que nas missas prestar muita atenção na Leitura e na homilia para termos
condições de cumprir nossa missão, que recebemos lá no Batismo.
[Com
este sinal] o cristão pede ao Senhor que esta leitura se lhe grave na memória e
na vida, para poder falar e agir conforme a sua vontade."
BIBLIOGRAFIA:
UM GESTO DA MISSA: O SINAL DA CRUZ À
LEITURA DO EVANGELHO.
O SINAL DA CRUZ. Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/dout/lv01/04.htm (acessado em
30/08/2013)
O EVANGELHO E O SINAL DA CRUZ.
Fonte: http://liturgiacatolica.spaceblog.com.br/666459/O-EVANGELHO-E-O-SINAL-DA-CRUZ/#seecomments_list (acessado em
30/08/2013)
terça-feira, 20 de agosto de 2013
A Catequese voltou... desde 03/08
A Paz de Cristo,
Vejam a foto na Missa que marcou o retorno da catequese na Paróquia São Vito com alguns dos catequisandos da 1a Eucarístia.
Muito bonita a Foto, serve até de papel de parede :)
Vejam a foto na Missa que marcou o retorno da catequese na Paróquia São Vito com alguns dos catequisandos da 1a Eucarístia.
Muito bonita a Foto, serve até de papel de parede :)
domingo, 11 de agosto de 2013
Dia 18/08 Solenidade - Assunção de Nossa Senhora
A Paz de Cristo!
Domingo, dia 18/08/2013 teremos na Paróquia São Vito a Solenidade à Assunção de Nossa Senhora.
Para refletirmos sobre este acontecimento, solenemente aclamado pela Igreja, segue abaixo um importante estudo do tema:
Dogma da Assunção de Maria
"Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas ".
(Ap 12,1)
Esta passagem do livro do Apocalipse é proclamada na Missa da Assunção de Nossa Senhora. Sgundo o ensinamento oficial da Igreja, a humilde jovem de Nazaré, escolhida e preparada desde toda a eternidade por Deus e para ser mãe de seu Filho Jesus, foi elevada em corpo e alma à glória do céu. Se hoje está "vestida de sol", não se deve a um mérito seu ou ao resultado de seus esforços mas, sim, à escolha feita por aquele que "nos abençoou com toda bênção espiritual em Cristo, e nos escolheu nele antes da criação do mundo" (Ef 1,3-4).
Como foi o fim de Maria?
Ignoramos como e quando se deu a morte de Maria, e mesmo se houve realmente morte. Os orientais preferem falar da dormição de Maria. Os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e as epístolas não fazem referência a isso, já que procuram nos descrever os ato e as palavras de Jesus. E mesmo quando falam dele, fixam-se no que é necessário para a compreensão de sua missão e mistério. Não entram em pormenores que poderiam interessar à nossa curiosidade, mas que não são essenciais a fé.
A fé nos ensina que Maria foi assunta ao céu em corpo e alma, isto é, foi glorificada de forma total e completa. Ela já é o que somos chamados a ser após a ressurreição da carne.
O que nos diz a Bíblia ?
A Bíblia silencia sobre a Assunção de Maria. A Palavra de Deus, que poucos dados nos apresenta para uma biografia mariana, não entra em pormenores sobre o final de sua existência. Há, contudo, algumas passagens que, embora não sejam referências diretas, foram interpretadas pela grande Tradição da Igreja como referentes à sua glorificação:
"Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3,15). O combate entre a serpente e a mulher não poderia ficar pela metade. Assim, a vida de Maria, toda voltada para Deus e para os outros, só poderia culminar na sua Assunção. Para o apóstolo Paulo, ser vitorioso significa vencer não só o pecado mas também a morte (cf. 1 Cor 15,54).
"Levantai-vos, Senhor, para vir ao vosso repouso, vós e a arca de vossa majestade" (Sl 131(132),8). A arca era o lugar da presença divina e tornou-se imagem de Maria. A primeira arca levou as duas tábuas da Lei; era o símbolo da presença de Deus e, enquanto presença de Deus, era incorruptível. Maria, na qual repousou não um símbolo, mas o próprio Deus, foi glorificada sem conhecer a corrupção.
"Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo" ( Lc 1,28). A Assunção é a expressão final dos favore divinos, dos quais Maria estava repleta.
Apocalipse 12: sobre a mulher vestida de luz, as trevas não têm mais poder. Maria participa da glória do Filho, assim como participou de sua vida, perseguição e morte.
O que o dogma da Assunção ensina ao homem de hoje?
A definição dogmática diz que Maria foi assunta ao céu. Sua Assunção mostra o valor do corpo humano, templo do Espírito Santo. Também ele é chamado à glorificação. Nosso corpo não nos é dado para ser instrumento do pecado, para a busca do prazer pelo prazer, mas para a glória de Deus.
O dogma da Assunção nos dá uma certeza: Maria já alcançou a realização final. Tornou-se, assim, um sinal para a Igreja que, olhando para ela, crê com renovada convicção nos cumprimentos das promessas de Deus. Também nós somos chamados a estar, um dia, com a Santíssima Trindade. Olhando para o que Deus já realizou em Maria, os cristãos animam-se a lutar contra o pecado e a construir um mundo justo e solidário, para participar, um dia, do Reino definitivo.
Uma mulher já participa da glória que está reservada à humanidade. Nasce, para nós, um desafio: lutar em favor das mulheres que, humilhadas, não têm podido deixar transparecer sua grande vocação. Em Maria, a dignidade da mulher é reconhecida pelo Criador. Quanto nosso mundo precisa caminhar e progredir para chegar a esse mesmo reconhecimento!
É preciso estarmos atentos a um risco: a verdade sobre a Assunção de Maria, sobre sua glorificação antecipada, pode fazer com que passemos a vê-la distante de nós, muito acima de nossa vida e de nossa realidade. Crer na Assunção é proclamar que aquela mulher que deu à luz num estábulo, entre animais, que teve seu coração traspassado, viveu no exílio, foi exaltada por Deus e, por isso mesmo, está muito mais próxima de nós. A Assunção mostra as preferências de Deus por aqueles que são pobres, pequenos e pouco considerados neste mundo.
Conclusão
A Assunção de Maria lembra-nos o objetivo de nossa vida: estra, um dia, eternamente, com Deus. Uma irmã e mãe nossa -irmã na ordem da ciração, mãe na ordem da graça -, já está com deus. Renova-se em nosso coração a esperança de recebermos, tamb´me, idêntico prêmio.
Fonte Consultada: Com Maria a Mãe de Jesus/ Murilo S.R. Krieger - São Paulo: Paulinas, 2001. Disponível em: http://www.santissimavirgemaria.com.br/dogma_assuncao_maria.html (acessado em 11/08/2013).
Domingo, dia 18/08/2013 teremos na Paróquia São Vito a Solenidade à Assunção de Nossa Senhora.
Para refletirmos sobre este acontecimento, solenemente aclamado pela Igreja, segue abaixo um importante estudo do tema:
Dogma da Assunção de Maria
"Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas ".
(Ap 12,1)
Esta passagem do livro do Apocalipse é proclamada na Missa da Assunção de Nossa Senhora. Sgundo o ensinamento oficial da Igreja, a humilde jovem de Nazaré, escolhida e preparada desde toda a eternidade por Deus e para ser mãe de seu Filho Jesus, foi elevada em corpo e alma à glória do céu. Se hoje está "vestida de sol", não se deve a um mérito seu ou ao resultado de seus esforços mas, sim, à escolha feita por aquele que "nos abençoou com toda bênção espiritual em Cristo, e nos escolheu nele antes da criação do mundo" (Ef 1,3-4).
Como foi o fim de Maria?
Ignoramos como e quando se deu a morte de Maria, e mesmo se houve realmente morte. Os orientais preferem falar da dormição de Maria. Os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e as epístolas não fazem referência a isso, já que procuram nos descrever os ato e as palavras de Jesus. E mesmo quando falam dele, fixam-se no que é necessário para a compreensão de sua missão e mistério. Não entram em pormenores que poderiam interessar à nossa curiosidade, mas que não são essenciais a fé.
A fé nos ensina que Maria foi assunta ao céu em corpo e alma, isto é, foi glorificada de forma total e completa. Ela já é o que somos chamados a ser após a ressurreição da carne.
O que nos diz a Bíblia ?
A Bíblia silencia sobre a Assunção de Maria. A Palavra de Deus, que poucos dados nos apresenta para uma biografia mariana, não entra em pormenores sobre o final de sua existência. Há, contudo, algumas passagens que, embora não sejam referências diretas, foram interpretadas pela grande Tradição da Igreja como referentes à sua glorificação:
"Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3,15). O combate entre a serpente e a mulher não poderia ficar pela metade. Assim, a vida de Maria, toda voltada para Deus e para os outros, só poderia culminar na sua Assunção. Para o apóstolo Paulo, ser vitorioso significa vencer não só o pecado mas também a morte (cf. 1 Cor 15,54).
"Levantai-vos, Senhor, para vir ao vosso repouso, vós e a arca de vossa majestade" (Sl 131(132),8). A arca era o lugar da presença divina e tornou-se imagem de Maria. A primeira arca levou as duas tábuas da Lei; era o símbolo da presença de Deus e, enquanto presença de Deus, era incorruptível. Maria, na qual repousou não um símbolo, mas o próprio Deus, foi glorificada sem conhecer a corrupção.
"Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo" ( Lc 1,28). A Assunção é a expressão final dos favore divinos, dos quais Maria estava repleta.
Apocalipse 12: sobre a mulher vestida de luz, as trevas não têm mais poder. Maria participa da glória do Filho, assim como participou de sua vida, perseguição e morte.
O que o dogma da Assunção ensina ao homem de hoje?
A definição dogmática diz que Maria foi assunta ao céu. Sua Assunção mostra o valor do corpo humano, templo do Espírito Santo. Também ele é chamado à glorificação. Nosso corpo não nos é dado para ser instrumento do pecado, para a busca do prazer pelo prazer, mas para a glória de Deus.
O dogma da Assunção nos dá uma certeza: Maria já alcançou a realização final. Tornou-se, assim, um sinal para a Igreja que, olhando para ela, crê com renovada convicção nos cumprimentos das promessas de Deus. Também nós somos chamados a estar, um dia, com a Santíssima Trindade. Olhando para o que Deus já realizou em Maria, os cristãos animam-se a lutar contra o pecado e a construir um mundo justo e solidário, para participar, um dia, do Reino definitivo.
Uma mulher já participa da glória que está reservada à humanidade. Nasce, para nós, um desafio: lutar em favor das mulheres que, humilhadas, não têm podido deixar transparecer sua grande vocação. Em Maria, a dignidade da mulher é reconhecida pelo Criador. Quanto nosso mundo precisa caminhar e progredir para chegar a esse mesmo reconhecimento!
É preciso estarmos atentos a um risco: a verdade sobre a Assunção de Maria, sobre sua glorificação antecipada, pode fazer com que passemos a vê-la distante de nós, muito acima de nossa vida e de nossa realidade. Crer na Assunção é proclamar que aquela mulher que deu à luz num estábulo, entre animais, que teve seu coração traspassado, viveu no exílio, foi exaltada por Deus e, por isso mesmo, está muito mais próxima de nós. A Assunção mostra as preferências de Deus por aqueles que são pobres, pequenos e pouco considerados neste mundo.
Conclusão
A Assunção de Maria lembra-nos o objetivo de nossa vida: estra, um dia, eternamente, com Deus. Uma irmã e mãe nossa -irmã na ordem da ciração, mãe na ordem da graça -, já está com deus. Renova-se em nosso coração a esperança de recebermos, tamb´me, idêntico prêmio.
Fonte Consultada: Com Maria a Mãe de Jesus/ Murilo S.R. Krieger - São Paulo: Paulinas, 2001. Disponível em: http://www.santissimavirgemaria.com.br/dogma_assuncao_maria.html (acessado em 11/08/2013).
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